Isto sim é que é um país do carnaval!

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A loira que já roubou a cena em protestos contra a presidente Dilma na Avenida Paulista, Ju Isen, volta aos holofotes. Literalmente arremessada para fora do desfile da escola de samba Unidos do Peruche, onde era um dos destaques, a socialite desabafou dizendo que tentou protestar novamente contra o atual governo, mas que a presidência da escola não autorizou que ela usasse o tapa sexo com uma imagem que lembra a presidente Dilma obrigando-a vestir uma espécie de macacão semitransparente.

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Reprodução/Twitter

Durante o desfile que ocorreu neste último final de semana, a passista retirou a parte de cima da vestimenta deixando os seios à mostra. Ela foi retirada imediatamente do local e arremessada no asfalto, já fora da pista de desfile do Sambódromo, por um membro do comando da escola de samba.

Com algumas escoriações, ela desabafou dizendo que se sentia injustiçada.

A direção da escola de samba disse que Ju Isen havia assinado um termo se comprometendo desfilar com a alegoria que a escola escolhesse e, ainda, que ela não causaria qualquer desconforto.

Por que será que a Unidos do Peruche não aceitou que a moça usasse um tapa sexo do tamanho da palma da mão de uma criança com o rosto da Dilma?

Certamente não é pela vestimenta minúscula que muitos diriam atentar contra a moral e os bons costumes, uma vez que nudez é algo corriqueiro nos desfiles carnavalescos de São Paulo e Rio de Janeiro.

As escolas de samba de São Paulo tiveram dívidas de IPTU perdoadas pelo prefeito da cidade Fernando Haddad, que é do mesmo partido da Dilma. Além disso, contando com um incremento de 22% referente ao ano passado, cada escola de samba receberá R$ 1 milhão a título de ajuda de custo.

Enquanto isso, para os demais proprietários de imóveis da maior cidade brasileira, o não pagamento do tributo acarretará a inclusão do contribuinte no Cadastro Informativo Municipal (CADIN) e a inscrição do débito total (desconsiderando eventuais créditos da NFS-e/Nota Fiscal Paulistana) na Dívida Ativa do Município. Neste caso, a cobrança será efetuada por meio de processo judicial, com as respectivas custas, encontrando-se o devedor sujeito, inclusive, à penhora de bens para quitação do valor devido.

Agora assista ao vídeo e deixe o seu joinha!!

Escrito por Lúcio Big

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