Enchedores de Linguiça

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Moramos num país livre, mas somos obrigados a votar.

E, por que somos obrigados a votar?

Será que a não obrigatoriedade esvaziaria as zonas eleitorais? Ou será que os votos se tornariam mais caros para serem comprados?

Como disse a filósofa Dona Ceiça da Vendinha da Esquina: “Nois vota naquele que dá gás pra nóis, que dá leite pra nóis e também praqueles que diz que vai asfaltar a rua de terra”.

A obrigatoriedade do voto faz crescer a cada pleito o número de pessoas que não sabem ao menos operar a hackeada urna eletrônica.

Um exército de pessoas despreparadas está elegendo sistematicamente corruptos, bandidos e vagabundos que entram em todas as esferas e fazem da política brasileira um verdadeiro prostíbulo eleitoral.

Mas, o absurdo não está apenas em termos pessoas despreparadas para votar. Candidatos incapazes intelectualmente estão cada vez mais presentes na política.

O sonho de muitos brasileiros jovens é o de se tornarem funcionários públicos. Salários geralmente interessantes e a estabilidade são os dois grandes atrativos desta área. Mas, será que um inapto conseguiria passar num concurso público para assumir o cargo de bilheteiro de um zoológico? Sim, até para trabalhar na bilheteria de zoológico público tem que fazer concurso público, ou seja, tem que provar ser capaz para assumir o cargo.

Mas, para ser político não é necessário muito mais que ser brasileiro e saber escrever algumas linhas, ainda que não as entenda.

O resultado não poderia ser diferente. Inúmeros “enchedores de linguiça” zanzam de um lado para o outro nos corredores das casas legislativas até passarem os quatro anos de mandato ou pior, votam em projetos que nem o professor Pasquale conseguiria fazê-los entender. Depois dos inúteis quatro anos para o povo, mas certamente muito lucrativo para aqueles que enxergam na política uma fórmula quase infalível de fonte inesgotável de renda, o ciclo burro das eleições brasileiras recomeça.

Veja alguns exemplos de políticos incapazes no vídeo a seguir

[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=WoVsSHivPk0&w=620]

Blog do Lúcio Big: http://luciobig.blogspot.com.br/2014/04/marco-civil-da-internet-anjo-ou-demonio.html

Escrito por Lúcio Big

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17 comentários

  1. tenho dito : SÓ VOTA QUEM É OTÁRIO ( e como tem otário !!!)

    • Não votando o PT será reeleito, parabéns otário!

      • Então seja mais um cordeirinho feliz realizando o seu dever cívico, idiota.

        • Cara, o lance agora é diferente, pois eu tb não votava até o momento, mas não suporto mais toda sujeira do PT, por isso estou voltando a votar neste ano, só para ajudar da tirar esse partido comunista do poder. Se eu não votar, anular meu voto ou votar em branco, vou estar deixando os alienados ganharem mais uma vez e deixando esse partido narcotraficante mais tempo no poder, oque seria muito mais insuportável do que ir votar.

        • Lucho, dever cívico é deter essa boataria de petralhas para os mesmos se manterem no poder. Parabéns vc sim é só mais um idiota útil.

  2. Vivemos em um pais disfarcado de democracia……………ate quando ??

  3. Tem tanta cagada que só pode estar sendo feito de propósito….

  4. https://www.youtube.com/watch?v=UeUBBDNTm4A, é isso que acontece, mas o brasileiro faz vista grossa

  5. Mas esse questionamento sobre o grau de escolaridade é difícil… O que me prova que o cara lê mal mas não é honesto ou justo? Por que eu acreditaria que os estudados seriam melhores políticos? Essa visão não seria decorrente de um preconceito social, de que pessoas que não frequentaram escola são incapazes de decidir, de pensar? [e, no caso de pensar que só os analfabetos não seriam dignos de serem eleitos, por que poderiam votar? e como estabelecer a distinção entre quem sabe ler ou não? a título de ilustração: será que todos os que digitam seus lindos posts nas redes sabem mesmo escrever/ pensar/ decidir?]. Creio que esse viés vale um longo debate… Abraços

    • Acho que seu argumento está incorreto e deve ser pensado com mais cuidado, se uma pessoa vai fazer algo que afeta outros deve seguir certas regras (no caso da política, estas regras são falhas). Se a ação da pessoa acarreta em possíveis danos somente pra ela, ela tem toda liberdade de seguir em frente sem qualquer instrução, mas para algo que afeta outros não pode ser assim. Com o que você sugeriu uma pessoa deveria, por exemplo, poder exercer medicina sem a devida instrução.

    • Não há debate para uma questão tão absurda e ridícula como esta…. realmente não tem o q se descutir…. é totalmente inviável e ridículo uma pessoa q não saiba nem sequer ler, ter autoridade para opinar e ‘governar’ a vida de outros baseado apenas no seu ‘bom carater’….. isso simplesmente NÃO EXISTE……. por exemplo, vou deixar a cargo de um palhaço ou jogador de futebol o rumo da situação da infra-estrutura urbana, rural e socio-industrial de um estado com mais de 1MILHÃO 1.000.000 de habitantes? Foi a merda q o pessoal de São Paulo fez…. ta aí o resultado…

      • Primeiramente aprende a escrever a palavra DISCUTIR. Aí depois você pode falar (e DISCUTIR) bastante a respeito da instrução e educação alheias.

        • Obrigada por serem gentis em manifestar as opiniões… De fato, é preciso um debate amplo sobre isso, pois algumas visões partem de posicionamentos preconceituosos e elitistas – e vivemos num país em que (teoricamente) somos iguais. Convido os senhores, tão sabedores de tanta coisa, tão estudados, a pesquisarem as atitudes tão legítimas e honestas de governantes com pós graduação e francês fluente… A falha não está na formação escolar dos candidatos, mas em sua maneira limitada ou não de enxergar a realidade, na leitura que fazem da tarefa que lhes cabe. O colega Cristiano mencionou SP. Cito o Brasil e seus ex-presidentes, tão cheios de “nível superior”, verdadeiros poliglotas e conhecedores do Louvre e de Sorbonne. E quanto ao jogador de futebol? Veja o trabalho do Romário. Contudo, não quero dizer que estou certa, apenas desejei abrir um novo campo de visão, trazer à tona um olhar menos engessado… Abraços.

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